Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Histórias de História

Bem-vindo(a) Este espaço foi criado em 2017 e tem por objectivo de transmitir um pouco de tudo, que o publico desconhece ou nunca ouviu falar. Contudo a história por si é feita de pequenas e grandes histórias, desde factos banais a acontecimentos

Histórias de História

Bem-vindo(a) Este espaço foi criado em 2017 e tem por objectivo de transmitir um pouco de tudo, que o publico desconhece ou nunca ouviu falar. Contudo a história por si é feita de pequenas e grandes histórias, desde factos banais a acontecimentos

Colégio de São José, em São Domingos de Benfica (1877-1910)

Colégio de São José, em S. Domingos de Benfica (1877-1910), na casa adquirida por Teresa de Saldanha para sede da Congregação das Irmãs Dominicanas

Grupo de alunas de 1905 com duas irmãs e uma mest

Grupo de alunos (rapazes e raparigas).jpg

Grupo de alunos dos primeiros anos de funcionament

Grupo de alunos...jpg

Grupo de alunos..jpg

Grupo de alunos.jpg

Associação das Filhas de Maria..jpg

Associação das Filhas de Maria.jpg

Grupo de alunos.jpg

Postal do Colégio....jpg

Postal do Colégio...jpg

Postal do Colégio..jpg

Postal do Colégio.jpg

Lago.jpg

Procissão no átrio do Colégio.jpg

Sala de aula - dois grupos.jpg

Sala de aula - salão de festas de fim do ano.jpg

Tempo de recreio no átrio do Colégio.jpg

 

 

Teresa Rosa Fernanda de Saldanha Oliveira e Sousa ( 1837 - 1916 )

Familia de Teresa de Saldanha.jpg

 

Teresa Rosa Fernanda Saldanha Oliveira Sousa

Data de nascimento:

4 Setembro 1837

(78)

Local de nascimento:

Palácio da Anunciada, São José, Lisbon, Lisbon, Portugal

Falecimento:

8 janeiro 1916

(78)

Família imediata:

Filha de João Maria de Saldanha Oliveira e Sousa, 3º conde de Rio Maior e Isabel Maria José de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos
Irmã de António José de Saldanha Oliveira Juzarte Figueira e Sousa, 1.º Marquês e 4.º Conde de Rio Maior; Maria Teresa de Saldanha de Oliveira e Sousa e José Luis de Saldanha Oliveira e Sousa

 

 

 BIOGRAFIA

Proveniente de uma família nobre, Teresa nasceu no dia 4 de Setembro no Palácio da Anunciada, na Rua das Portas de Santo Antão, em Lisboa. Filha de João Maria do Sacramento de Saldanha Oliveira Juzarte Figueira e Sousa e de Isabel Maria de Sousa Botelho, terceiros condes de Rio Maior, foi baptizada no dia seguinte ao seu nascimento na Capela do Palácio da Anunciada e, em 1848, fez a Primeira Comunhão no altar de Nossa Senhora da Conceição, na Igreja dos Inglesinhos, em Lisboa.

De estado de saúde débil e preocupante Teresa tornou-se muito sensível, necessitando desde cedo da permanente presença e dedicação da mãe. Em 1840, aos três anos, devido à persistência de sua mãe, Teresa recuperou do estado de saúde debilitado e aprendeu a ler (em 1842 já acompanhava as celebrações litúrgicas com o missal).

A mãe teve um papel preponderante na sua orientação, primeiro na educacional ensinando-lhe letras (português, história, francês, inglês e alemão), os princípios da música e da arte e colaborando com professores particulares escolhidos por si, e na religiosa iniciando-a na prática da misericórdia através da Associação de N. Sra. Consoladora dos Aflitos que fundou em 1849 e que se dedicava ao socorro das famílias que viviam na pobreza.

Em 1855, com dezoito anos, ao pintar o Ecce Homo, Teresa sentiu o primeiro apelo místico e fez voto de castidade e um ano mais tarde redigiu um escrito onde declarou claramente a sua opção de exclusividade a Deus e ao serviço dos pobres.

Dirigiu o Colégio de Sta. Marta para Meninas Pobres, apoiado pelas Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo que se encontravam em Portugal exercendo a sua missão de atender aos pobres e desprotegidos. Em 1859, fundou, em Lisboa, com algumas amigas e dirigiu durante toda a sua vida a Associação Protectora das Meninas Pobres com Estatutos aprovados pela Santa Sé, a 21 de Abril de 1863. Esta associação está na origem da fundação da Congregação. Dedicava-se à educação de crianças pobres e à alfabetização e promoção de raparigas operárias através de aulas externas. Em 1862, as religiosas francesas foram expulsas de Portugal e Teresa, inconformada com a situação, lutou contra esta lacuna assistencial.

Em 1864 foi submetida a uma intervenção cirúrgica e, durante a convalescença, reflectiu sobre a sua vida e sobre o rumo a seguir. Na sequência destes acontecimentos, e numa tentativa de renovação religiosa do país apesar do ambiente anticongregacionista em que se vivia, Teresa manifestou à sua mãe o desejo de ser religiosa e à sua cunhada, a Marquesa de Rio Maior, a intenção de ingressar nas Irmãs da Ordem Terceira de S. Domingos, em Stone/Inglaterra, para a qual já estava aceite. Como o pai se opôs à sua saída para o estrangeiro e, vendo a necessidade do seu país, sentiu que Deus a chamava a fundar em Portugal uma congregação que se dedicasse ao serviço dos mais pobres e desfavorecidos da sociedade, como a própria salientou:

"Vendo a necessidade de estabelecer na minha Pátria uma ordem Religiosa activa, que se pudesse ocupar da educação de crianças pobres e ricas, pondo em prática todas as obras de misericórdia; que tratasse dos pobres doentes, os visitasse nos seus domicílios, numa palavra, que substituísse entre nós as Irmãs da Caridade."
(THIAUCOURT, Madre Teresa de Saldanha. Vida e Obra, p. 27)

Em 1866, Teresa tinha intenção de partir com as primeiras duas irmãs para fazer o Noviciado na Irlanda num Convento de Dominicanas Contemplativas, mas foi impedida pelo pai. Só em 1887 conseguiu realizar o seu sonho quando tomou o Hábito e iniciou o Noviciado a 18 de Abril com o nome de Irmã Teresa Catarina Rosa Maria do Santíssimo Sacramento. Fez a Profissão Religiosa a 2 de Outubro e foi nomeada a primeira Superiora Geral da congregação a 9 de Novembro, com licença especial de Breve de 21 de Dezembro de 1887 emitida pelo Papa Leão XIII. Estes acontecimentos culminaram com a tomada de posse do cargo de Superiora Geral no dia 15 de Janeiro de 1888 e, mais tarde, em 2 de Outubro de 1892, com a Profissão Perpétua.

Teresa de Saldanha distinguiu-se na pintura onde aprendeu com os mestres Mr. Leberthais (carvão) e Tomás José da Anunciação (aguarela e óleo), revelando grande talento para pintar paisagens, retrato ou motivos profanos e uma preferência pela iconografia religiosa. Deixou obras de grande qualidade pictórica que foram estudadas por alguns especialistas, como António Quadros numa conferência proferida em 1988, nos 150 anos do seu nascimento, na Fundação Calouste Gulbenkian, intitulada Romantismo e Misticismo na Pintura de Teresa de Saldanha. Destacam-se nas suas obras: um auto-retrato e vários retratos de família (primeiros carvões, 1851), Ecce Homo (1855-1856), carvões, aguarelas e óleos (1856), Painel do Sagrado Coração de Jesus e S. João Baptista (Goa, 1865), Santa Brígida (Convento das Inglesinhas, 1865), Nossa Senhora e o Menino Jesus (Hospital de S. Luís das Irmãs da Caridade Francesas, 1865), Painel em honra da Beata Maria dos Anjos (1865), as últimas produções pictóricas (1869), a Mater Dolorosa e Santa Rosa de Viterbo.

Deixou também um grande espólio literário de escritos pessoais e de circunstância, nomeadamente notas autobiográficas e das suas memórias, orações, cartas, relatórios e contas. Faleceu com fama de santidade numa pequena casa alugada na Rua Gomes Freire, n.º 147, em Lisboa, no dia 8 de Janeiro de 1916 com setenta e oito anos, completamente despojada dos seus bens que lhe tinham sido retirados com a implantação da República. As exéquias foram realizadas na Igreja do Corpo Santo, em Lisboa, e o seu corpo foi sepultado no jazigo da congregação no Cemitério de Benfica, na mesma cidade, onde hoje repousa.

Teresa de Saldanha foi a primeira mulher fundadora em Portugal após a extinção das ordens religiosas. Tinha uma personalidade forte, determinada, organizada, uma notável capacidade de liderança e era trabalhadora, culta e piedosa, valores que imprimiu ao longo da sua vida em todas as acções que realizou, não esquecendo jamais a sua grande paixão a Deus e aos pobres. Foi, sem dúvida, uma grande figura feminina que se adiantou ao seu tempo, ao ocupar-se da educação feminina, e que soube corresponder às necessidades impostas pela evolução da sociedade. À data da sua morte fundara 27 casas: em Portugal 17, no Brasil 6, na Bélgica 1, nos E.U.A. 2 e em Espanha 1.

A sua memória, que continua viva nos corações tocados pela sua bondade e perseverança, serviu ao longo dos anos de inspiração à realização de diversas comemorações relacionadas com a sua vida e obra e com a congregação que fundou, através da publicação de livros, biografias e artigos, fotografias, conferências, exposições, peregrinações, programas de rádio e televisão, dramatizações, autocolantes, postais, cartazes, desdobráveis, etc.

Em 1937, foi comemorado o 1º Centenário do Nascimento de Teresa de Saldanha; em 1939, o 80º Aniversário da Associação Protectora das Meninas Pobres; entre 1968 e 1969, o 1º Centenário da Fundação da Congregação; em 1987, nos 150 anos do Nascimento de Teresa de Saldanha, foi lançada pela Congregação uma colecção de selos com o rosto da fundadora e, um ano mais tarde, foi atribuída à Rua Particular, à Estrada da Póvoa, o topónimo "Rua Teresa de Saldanha"; em 1993, 1994-1995 e 2000 foram promovidos Encontros Internacionais sobre assuntos de interesse da congregação; a Câmara Municipal de Lagoa, no Algarve atribuiu, em 1995, o seu nome a uma rua; em 2001, a Câmara Municipal de Rio Maior gratificou o topónimo de "Madre Teresa de Saldanha" a uma rua da cidade.

Actualmente decorre o seu Processo de Canonização que abriu em Portugal a 6 de Novembro de 1999 e encerrou a 17 de Novembro de 2001, entregue em Roma a 14 de Fevereiro de 2002.

001.jpg

002.jpg

003.jpg

Teresa Rosa Fernanda de Saldanha Oliveira e Sousa

Teresa Saldanha.jpg

 

CRONOLOGIA

 

4 de Setembro 1837

Nascimento em Lisboa - Portugal.

5 de Setembro 1837

Foi baptizada na capela do Palácio da Anunciada pelo Padre José Pinto da Costa, prior da paróquia de São José.

1842

Com cinco anos seguia as Celebrações litúrgicas no missal.

1844

Foi entregue à orientação espiritual do Padre Lourenço Richmond, da Igreja dos Inglesinhos, em Lisboa. Ensinou-lhe o catecismo e confessou-a pela primeira vez quando tinha sete anos.

13 de Abril 1848

Fez a Primeira Comunhão no altar de Nossa Senhora da Conceição, na Igreja dos Inglesinhos.

1852

Adoeceu gravemente atingida por uma epidemia da época.

1855

Sentiu o primeiro e grande apelo ao seguimento radical de Jesus, ao pintar o Ecce Homo.

8 de Dezembro 1855

Fez, particularmente, voto de castidade.

1856

Redigiu um escrito místico onde revelou a sua opção fundamental: a exclusividade de Deus, como o grande amor da sua vida.

1858

Começou a dirigir o Colégio de Santa Marta em Lisboa, para Meninas Pobres.

18 de Janeiro 1859

Fundou a Associação Protectora das Meninas Pobres.

1860

Foi eleita Presidente da Associação Protectora das Meninas Pobres, cargo que ocupou até à sua morte.

1862

Expulsão de Portugal das Irmãs da Caridade francesas com as quais trabalhava.

21 de Abril 1863

Aprovação da Associação Protectora das Meninas Pobres por um Breve de Sua Santidade o Papa Pio IX.

1864

Adoeceu com uma estranha ferida na testa e foi submetida a uma intervenção cirúrgica. Durante este longo deserto interiorizou e amadureceu a relação pessoal com Deus. Sentiu fortemente o desejo de se entregar totalmente ao Senhor. Pediu e foi aceite pela Madre Margareth Hallalan, fundadora das Dominicanas de Stone, na Inglaterra, para ingressar na sua Congregação.

3 de Maio

Revelou a sua mãe a decisão de ser religiosa e comunicou-lhe que já estava aceite no Convento Dominicano em Stone.

10 de Junho 1865

Recebeu a medalha de Filha de Maria.

24 de Junho 1865

Começou a devoção dos Quinze Sábados, em honra do Santíssimo Rosário para recomendar à Virgem Maria o assunto da sua vocação.

1 de Janeiro 1866

Escreveu para a Madre Imelda Magee, Prioresa do Convento de Sienna - Drogheda, Irlanda acerca do projecto da fundação da Congregação.

19 de Março 1866

Recebeu a autorização do Patriarca de Lisboa, D. Manuel Bento Rodrigues para dar início à obra da Fundação da Congregação.

7 de Novembro 1866

Partida para o noviciado em Drogheda na Irlanda, das duas primeiras vocacionadas: Harriet Martin, inglesa e Maria José Barros de Castro, portuguesa.

2 de Fevereiro 1867

Tomada de hábito das duas primeiras Irmãs.

29 de Setembro 1867

Em Paris, declarou ao pai a sua vocação religiosa e o desejo de se juntar às primeiras Irmãs na Irlanda, o que lhe foi proibido.

25 de Fevereiro 1868

Profissão Religiosa das duas primeiras Irmãs da Congregação e ingresso de outras no noviciado.

12 de Novembro 1868

Bênção da primeira casa da Congregação, nas Portas da Cruz, Bairro de Alfama, Lisboa.

13 de Novembro 1868

Chegada das duas primeiras Irmãs a Lisboa. Considerada a data da fundação da Congregação.

23 de Março 1869

Chegada a Lisboa da Irmã Maria de São Domingos Murphy, a primeira irlandesa a ingressar na Congregação.

1871

Abertura do noviciado em Portugal, na casa das Portas da Cruz, sob a orientação de uma monja do Convento de Drogheda.

27 de Agosto 1872

Morte de seu pai.

1877

Transferência da Casa-Mãe e do Noviciado das Portas da Cruz para a Casa de São José, em São Domingos de Benfica onde Teresa de Saldanha passou a viver.

Maio 1877

Viagem a Roma para participar na festa de homenagem ao Papa Pio IX com passagem pelo Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, em França.

Julho 1877

Enviou Irmãs para o Convento dos Cardais, em Lisboa para orientarem um Asilo de mulheres cegas, e para a Casa de Abrigo, em Braga, actual Instituto de Monsenhor Airosa, para reeducarem jovens mulheres, em risco.

1880

Abertura de uma comunidade e escola para crianças pobres no Convento de Santa Joana, Lisboa.

1884

Abertura de uma comunidade no Mosteiro de Jesus, Colégio de Santa Joana, em Aveiro.

1885

Transferência da sede da Associação Protectora das Meninas Pobres para o Convento do Salvador, em Lisboa, onde se abre uma Comunidade.

1887

Ano de grandes acontecimentos na vida de Teresa de Saldanha:

19 de Março 1887

Pediu para ser admitida a tomar o hábito na Congregação.

18 de Abril 1887

Tomou o hábito religioso com o nome de Irmã Teresa Catarina Rosa Maria do Santíssimo Sacramento. Foi dispensada pelo Papa Leão XIII de sete meses do noviciado canónico.

2 de Outubro 1887

Profissão Religiosa nas mãos do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Sebastião Neto.

9 de Novembro 1887

Foi eleita Superiora Geral da Congregação.

21 de Dezembro 1887

Breve do Papa Leão XIII dispensando-a do tempo requerido pelo Direito para exercer o cargo de Superiora Geral.

11 de Setembro 1889

Decreto de Louvor e Aprovação da Congregação por Sua Santidade o Papa Leão XIII.

24 de Abril 1890

Morte da sua mãe.

1891

Abertura de uma comunidade e Colégio no Convento das Donas, em Santarém.

2 de Outubro 1892

Profissão Perpétua nas mãos de Sua Em.cia o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José III.

1896

Abertura de uma comunidade e de um dispensário no Convento de S. Bento da Ave Maria, no Porto, sob o patrocínio da Rainha D. Amélia de Orleães.

1899

Abertura de uma comunidade e de uma escola, no Convento de São José, em Lagoa no Algarve.

18 de Dezembro 1899

Decreto de Aprovação das Constituições por Sua Santidade o Papa Leão XIII.

1900

Abertura de uma comunidade e de um Sanatório para crianças tuberculosas, no Outão, Setúbal, sob o patrocínio da Rainha D. Amélia de Orleães.

1901

Início da perseguição religiosa. Algumas casas da Congregação sentiram os efeitos do anticongregacionismo. Foi obrigada a fechar a comunidade de Santarém.

5 de Outubro 1910

Implantação da República. Encerramento das comunidades e expulsão das Irmãs da Congregação.

21 de Dezembro 1910

Ida das Irmãs para a comunidade no Hospital de Sant’Ana, Parede.

22 de Dezembro 1910

Viu-se obrigada a refugiar numa pensão onde passou o Natal.

16 de Janeiro 1911

Foi viver, clandestinamente, numa pequena casa alugada na Rua Gomes Freire, em Lisboa, com mais duas Irmãs, onde permaneceu até à morte.

11 de Fevereiro 1911

Partida das primeiras Irmãs para os Estados Unidos da América.

20 de Fevereiro 1911

Partida das primeiras Irmãs para o Brasil.

4 de Maio 1911

Partida das primeiras Irmãs para a Bélgica.

1912

Prorrogação do seu tempo no cargo de Superiora Geral.

As Irmãs regressaram ao Sanatório de Outão e foram para o Hospital Infantil do Rego, em Lisboa.

15 de Agosto 1913

Abertura do Noviciado em Salamanca, Espanha.

1914

Abertura de uma casa para crianças pobres, no Porto.

1915

Abertura de uma comunidade em Viseu.

8 de Janeiro 1916

Morreu, serenamente, em odor de santidade.

9 de Janeiro 1916

Exéquias na Igreja do Corpo Santo e cortejo fúnebre até ao cemitério de Benfica onde está sepultada.

 

 

 

 

 

Guardar

Guardar

Guardar