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Histórias de História

Bem-vindo(a) Este espaço foi criado em 2017 e tem por objectivo de transmitir um pouco de tudo, que o publico desconhece ou nunca ouviu falar. Contudo a história por si é feita de pequenas e grandes histórias, desde factos banais a acontecimentos

Histórias de História

Bem-vindo(a) Este espaço foi criado em 2017 e tem por objectivo de transmitir um pouco de tudo, que o publico desconhece ou nunca ouviu falar. Contudo a história por si é feita de pequenas e grandes histórias, desde factos banais a acontecimentos

Museu Nacional dos Coches

O Projeto para o Novo Edifício do Museu Nacional dos Coches foi lançado em 2008 , de forma a fazer coincidir a inauguração com as comemorações do Centenário da República, em 2010. Com a primeira pedra lançada a 1 de fevereiro de 2010 e inaugurado a 23 de maio de 2015, o Projeto teve a assinatura do arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha (Prémio Pritzker 2006) num consórcio com o arquiteto português Ricardo Bak Gordon e o Engenheiro Rui Furtado . Apesar da beleza e encanto do Picadeiro Real de Belém, a necessidade de aumentar a área expositiva do Museu e de criar novas infraestruturas técnicas e serviços de apoio, foi sempre premente. Deste modo, após 110 anos a funcionar no Antigo Picadeiro, o Museu passou a ocupar uma área onde antes se situavam as antigas Oficinas Gerais do Exército.

O recente edifício do Museu dos Coches surgiu em Belém como um equipamento cultural mas também como um lugar público (Back Gordon) . Nas palavras de Paulo Mendes da Rocha “o museu não tem porta e relaciona-se para todos os lados” ; o verdadeiro projeto não é o edifício do museu, mas o facto de este, através do “anexo”, coser a malha da cidade e destacar o “pavilhão” como um grande tesouro (um paralelepípedo de 132m x 48m x 12 m, elevado do chão por 14 pilares circulares).

Com uma área bruta de 15.177m2, a nova construção alberga dois edifícios interligados por um passadiço aéreo: o “Pavilhão Expositivo” e o “Edifício Anexo”. O “Pavilhão Expositivo”, situado no primeiro piso, é constituído por duas grandes galerias laterais que albergam a exposição permanente e por uma nave central destinada a várias funcionalidades; desprovido de qualquer decoração apresenta um amplo pé-direito, um pavimento contínuo em betão afagado e as paredes brancas pontualmente interrompidas por vãos ou vitrinas.

O “Edifício anexo” inclui uma zona administrativa, uma zona de restauração e um auditório. Para o Novo Edifício foram assim concebidos espaços destinados a Exposições, uma Oficina de Conservação e Reservas, uma Biblioteca, uma área para o Serviço Educativo, um Auditório, uma Loja, uma zona de Restauração e ainda a Praça do Museu: um espaço de acesso livre que constitui também um lugar de passeio e lazer público. Destaca-se também a passagem pedonal e cicloviável, que acompanha a fachada virada para o Jardim Afonso de Albuquerque, desde a Rua da Junqueira até estação fluvial de Belém.

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