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Histórias de História

Bem-vindo(a) Este espaço foi criado em 2017 e tem por objectivo de transmitir um pouco de tudo, que o publico desconhece ou nunca ouviu falar. Contudo a história por si é feita de pequenas e grandes histórias, desde factos banais a acontecimentos

Histórias de História

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Os irmãos Bielski, uma história de resistência ao nazismo

 

Quando se pensa em esforços para salvar judeus da barbárie nazista ou em resistência armada à máquina mortífera de Adolf Hitler, momentos de heroísmo como a lista de Oskar Schindler ou o levante do Gueto de Varsóvia costumam ocupar lugar de destaque

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Mas existe um capítulo da Segunda Guerra Mundial menos conhecido, responsável por salvar mais de 1,2 mil judeus, entre homens, mulheres e crianças. Além de ter sido uma iniciativa que impôs pesados ataques contra os nazistas e seus colaboradores. Um grupo de partisans liderados pelos irmãos Bielski se escondeu durante anos nas florestas da Bielorrússia e, em meio aos horrores da guerra, montou uma vila organizada como uma comunidade judaica, com sinagoga, escola, teatro e enfermaria.

Os "judeus da floresta" protagonizaram uma das mais impressionantes histórias da resistência. Em junho de 1941, os nazistas invadiram a União Soviética, na "Operação Barbarossa". Poucos meses depois, a perseguição aos judeus se intensificava com a instalação de guetos nas regiões ocupadas, como ocorreu na localidade de Novogrudek. Lá, em dezembro daquele ano, foram mortos os pais e outros parentes dos irmãos Tuvia, Asael e Zus Bielski. Após a matança, eles decidiram fugir para a floresta, a fim de organizar um grupo armado e acabaram liderando um dos mais impressionantes episódios do movimento partisan, a guerrilha antinazista que atuou principalmente na Europa oriental.

Décadas após o final da guerra, o escritor norte-americano Peter Duffy navegava pela Internet quando notou uma referência a "judeus da floresta". A expressão capturou sua curiosidade e ele mergulhou numa pesquisa que resultou no livro "The Bielski Brothers: The True Story of Three Men who Defied the Nazis, Saved 1,200 Jews and Built a Village in the Forest" (Os Irmãos Bielski: A História Real de Três Homens que Desafiaram os Nazistas, Salvaram 1,2 mil Judeus e Construíram uma Aldeia na Floresta). Lançado em 2003 e, no ano seguinte, editado no Brasil pela Companhia das Letras, a obra busca resgatar uma história ainda pouco conhecida, se levada em conta a sua relevância.

Duffy recorreu a entrevistas com sobreviventes da guerra, com "judeus da floresta" e descendentes dos irmãos que lideraram a aldeia que fortificou a resistência em terras bielorrussas. Recortes de jornais, documentos e cartas da época também ajudaram-no a montar o mosaico. Em outra iniciativa para documentar a saga da resistência, a socióloga sobrevivente do Holocausto, Nechama Tec publicou o livro "Defiance: The Bielski Partisans" (Desafio: Os Partisans Bielski).

Os dois trabalhos naturalmente dedicam atenção especial a Tuvia Bielski que, com mão-de-ferro, comandava a comunidade. Veterano do exército polonês, onde serviu em 1928, ele aplicou as táticas aprendidas em seu serviço militar na luta contra os nazistas e seus colaboradores. A personalidade forte ajudou a construir a liderança entre seus subordinados. Sua cabeça esteve a prêmio, com uma oferta das forças de ocupação de milhares de reichmarks pela captura.

Quando fugiram para a floresta da região de Naliboki, os três irmãos foram acompanhados por 13 pessoas que escaparam do gueto de Novogrudek. Passaram então, pessoalmente ou com a ajuda de emissários, a circular uma mensagem entre judeus escondidos ou presos pelos nazistas: salvem-se, juntando-se a nós na floresta. Rapidamente, a comunidade reunia mais de 100 integrantes. Uma aldeia surgia em meio às árvores. A vida comunitária florescia com a sinagoga, o teatro. Enfermaria, escola, sapataria, barbearia, padaria foram improvisadas para permitir a sobrevivência. Uma disciplina férrea organizava o dia-a-dia, e os partisans se dividiam nos ataques aos nazistas e a seus colaboradores e também na permanente sentinela. Várias vezes os "judeus da floresta" foram alvos de ofensivas inimigas e tiveram de se deslocar, buscando locais mais protegidos da ameaça da ocupação.

Os comandados de Tuvia Bielski estabeleceram contatos e colaboração com os partisans soviéticos. Ataques e ações de sabotagem contra os nazistas e seus colaboradores deixaram marcas profundas naquela região da Bielorrússia.

O trabalho de Peter Duffy descreve em detalhes o sofrimento imposto pela barbárie nazista e narra os momentos de extrema violência produzidos pela realidade da guerra. O livro também é rico em descrições sobre o cotidiano dos "judeus da floresta", sobre seus esforços pela sobrevivência e para manter intacta sua identidade cultural e religiosa, em meio a um ambiente de massacres e de sangrentos conflitos entre os grupos, militares e civis, envolvidos no drama da Segunda Guerra Mundial.Os partisans soviéticos tentaram em diversas ocasiões absorver a unidade chefiada pelos irmãos Bielski. No entanto, essas tentativas foram rechaçadas, embora ao mesmo tempo se buscasse manter boas relações com as forças de resistência apoiadas pelo Kremlin. O comandante Tuvia acreditava que sua missão não consistia apenas numa operação militar, mas também num esforço para salvar judeus não-combatentes.

Em 1943, os nazistas protagonizaram uma violenta ofensiva contra os partisans na região da floresta de Naliboki. O comandante soviético exortou Tuvia a dividir sua comunidade entre guerrilheiros e civis, para que os não-combatentes "não fossem um fardo". O líder judeu sabia que essa opção implicaria abandonar uma parte do grupo e, por conta disso, se recusou a seguir a ordem. Preferiu mudar a aldeia de lugar, levando-a para uma posição mais protegida em meio à floresta bielorrussa.

A situação começou a melhorar em 1944, devido à contra-ofensiva soviética que levaria ao triunfo contra os nazistas, no ano seguinte, em Berlim. O Exército Vermelho, em sua marcha rumo à Alemanha, conseguiu liberar áreas da Bielorrússia, o que permitiu aos "judeus da floresta" emergirem de seu esconderijo. Sob o comando dos irmãos Bielski, 1.230 homens, mulheres e crianças, que se espalhavam por uma fila com cerca de um quilômetro de extensão, caminharam de volta às ruínas da pequena cidade de Novogrudek.

Asael Bielski morreu durante a batalha de Königsberg, em 1944, servindo no Exército Vermelho. Tuvia e Zus trabalharam para autoridades soviéticas por um breve período e, em 1945, emigraram, com suas famílias, para Israel. Lutaram na Guerra da Independência, em 1948, e, em meados dos anos 1950, decidiram mudar para os Estados Unidos. O motivo: Tuvia viajou em busca de outras formas de assistência médica para uma úlcera no estômago, que provocava uma rápida deterioração em sua saúde.

Os irmãos e seus familiares se instalaram no bairro do Brooklyn, em Nova York. Tuvia trabalhou, por exemplo, como motorista de caminhão, e Zus teve uma companhia de táxi. Em 1987, o personagem principal da história dos "judeus da floresta", Tuvia, morreu, aos 81 anos de idade. Em 1988, seu corpo foi levado a Israel, para ser enterrado, com direito a honras militares, num cemitério na região de Jerusalém. Zus faleceu em 1995, em solo americano, assim como o irmão mais velho. Nos anos seguintes, a saga dos "judeus da floresta" passou a ser resgatada por iniciativas como a de Peter Duffy. Planos também surgiram para levar esse episódio da luta contra o hitlerismo à televisão, como um documentário do History Channel, e às telas do cinema. O diretor australiano Phillip Noyce planejava lançar o filme "The Bielski Brothers", com roteiro de Kathleen McLaughlin, ainda em 2006, segundo o site TheMovieInsider.

Os partisans judeus protagonizaram também histórias de heroísmo, perseverança e de combate à barbárie nazista em países como França, Bélgica, além de Ucrânia, Polônia e Lituânia. Unidades de resistência surgiram em mais de cem guetos. Estima-se que entre 20 mil e 30 mil judeus atuaram como guerrilheiros na Segunda Guerra Mundial, em unidades exclusivamente judaicas ou em movimentos mais amplos da resistência ao nazismo. E, nesse cenário, a trajetória dos "judeus da floresta" e dos irmãos Bielski ocupa um lugar de especial destaque.

O jornalista Jaime Spitzcovsky é editor do site www.primapagina.com.br. Foi editor internacional e correspondente em Moscou e em Pequim.

 

 

Os irmãos Bielski e os “judeus da floresta”

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Retrato de um grupo de membros da unidade de partisans judeus de Kalinin (do grupo Bielski) mantendo guarda em um campo-de-pouso na Floresta de Naliboki, Polônia. Foto tirada entre 1941-1944.

 

Durante a segunda guerra mundial muitos judeus foram enviados para campos de concentração e guetos ou foram perseguidos e mortos por nazistas. Seria incomum se não houvesse algum relato de revoltas e tentativas de sobrevivência dessas pessoas que sofreram tanto nesse período, na verdade, existem vários fatos que mostram a coragem e a determinação que o povo judeu mostrou para salvar suas vidas.

Este é um assunto que me deixa bastante pensativo e me faz procurar histórias reais, foi assim que encontrei a história dos irmãos Bielski, quatro irmãos que nasceram na Bielorrússia e que juntos protegeram mais de mil judeus. Tuvia, Zus, Asael e Aron são os nomes dos irmãos que tiveram seus pais mortos por nazistas e a partir daí foram para a floresta, lugar que conheciam e se sentiam seguros dos nazistas e dos colaboradores que informavam sobre os judeus.

Eles se juntaram com mais algumas pessoas que estavam refugiadas na floresta e cada vez mais surgia um maior número de judeus. Eles tinham que alimentar todas aquelas pessoas e lidar com o sentimento de vingança que estava em todos ali. Com o aumento daquele povoado, designaram uma responsabilidade para cada pessoa, também havia regras para que todos pudessem viver o máximo possível em harmonia durante aqueles tempos difíceis.

Muitas vezes eles foram perseguidos, mas ao final da guerra, o grupo possuía mais de mil judeus que resistiram e conseguiram se salvar. Eles enfrentavam os nazistas e os colaboradores à mãos armadas e da mesma forma iam atrás de alimento para todo aquelas pessoas. Após a segunda guerra, Tuvia, Gus e Aron foram viver nos Estados Unidos. Asael se alistou ainda durante a segunda guerra e morreu em 1945.

Em 2008 foi realizado um filme chamado no Brasil de Um ato de Liberdade, que conta a história dos irmãos e de sua empreitada. É um ótimo filme para entender um pouco mais do que aconteceu naquela época e assim rever todos os nossos preconceitos que carregamos para que nunca mais aconteça algo parecido. Todas as pessoas merecem ser respeitadas, independente de cultura, raças, religião ou qualquer outra coisa e só assim conseguiremos viver em harmonia.

 

 

 

Tuvia Bielski


Tuvia Bielski (8 de Maio de 1906-12 junho de 1987) foi o Líder fazer partifan grupo Jude "Bielski Partisans", isto situados estavam no Bosque Naliboki na Segunda República Polacu (Atual Bielorrússia) durante a Segunda Guerra Mundial.

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Biografia


Tuvia era O Filho dos meninos David Bielski, Filhos Que Teve 12: 10 Meninos as duas Meninas. Tuvia era o Terceiro mais Velho. Elisha Irmãos Asael, Alexander ( "Zus"), formado no final dos anos Aron, mais o grupo "Bielski Partisans".

Durante a Primeira Guerra Mundial, Tuvia servir Como para hum intérprete exército imperial alemão, que gostam de territórios osso Ocidentais do Imperio Russo. Ja Que era flutuante em iídiche, etc. Aprendeu a Falar uma língua Alemo com este Homens fora lembrou Por Toda a sua vida. [Barcaças de fontes] EM 1927, etc. acrescentou recrutado para exercício Polônia oncie elemento é Tornou hum Capo nenhuma 30º Batalhão Infantaria fora. [barcaças de fontes] DEPOIS de um serviço completo, Tuvia voltou para a casa. Em hum esforço em acrescentar laço da sua própria família, etc. alugou hum moinho. Este laço, AINDA era inadequada, POR ISSO, em 1929, COM 23 anos, ELE SE Caso com Uma Uma Loja e uma mulher Mais Velho Chamada Rifka que poderia ser uma grande casa de campo. Oh Casal viveu NAS próximidades Cidade de pequeñas de Subotnik.

Durante o em Ocupação Soviética de 1939, Tuvia témia Ser preso cabelo NKVD, devido a Ocupação sua "Capitalista Burgues", POR ISSO, etc. para preparar mudo Lida. [1] [2] Antes deixar elemento Subotnik pediu seu cônjuge, Rifka, prepare Acompanhe-lo na Mudança para Lida. Ela recusou.

Sem Soviética controle de Lida, Tuvia conheceu POR Outra mulher e se apaixonou Chamada lilke. Oh caso de um amor que Tornou série. No final de 1939, Tuvia tinha divorciou de sua esposa, Rifka no caso de lilke milho, embora ELES AINDA Não vala, "oficialmente" casados ​​devido a condições dar tempo para a guerra

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Pós-Guerra


Depois da guerra, Tuvia de Israel da Zus fora do caminho de suas esposas were para Romeno, E, FINALMENTE, para OS Estados Unidos em 1956. Eels emigrarit IRMAO-se juntaram com o Mais Velho, Walter, em Nova Iorque, se preparar para a guerra Onde ELE tinha ido Antes da [4]. transporte Tuvia do Zus fundei a em Nova Iorque Onde Uma Pequena Empresa de Caminhões trabalharam POR Mais de 30 ano. -Se CASO lilke condado, outro que foge em dos judeus; Oh Éles permaneceram casados ​​durante o restante de sua vidas. Eels tiveram tres Filhos Michael Robert para fora de sua filha Ruth e novas netos três Neto (Brendon, de Jordan Taylor) estabelece neta (Sharon, Ariel, a partir de cima, como Vanessa do alto Sarah tori e). Sharon (Rennert) fez hum Documentário Sobre seu Chamado família em nossas mãos: O legado dos Partisans Bielski.
Quando Tuvia morreo em 1987, a ELE estava Quase salada de Dinheiro. He foi Inicialmente enterrado em em Long Island; Um Ano apos, por Sua morte, Eliseu disse Restos Mortais exumados were fora das levados para ampliar Jerusalém, Onde foi dado UM EM 1988. Um militar funeral de Estado sepult honras condado hum precisas e em Har Tamir, lado da sombra do Monte DOS descanses. A partir da próxima localização e em rapazes judeus estão usando as letras: Gush TAF-bet Chelka Daled, Shura 19, Kever 11, Traduzido em Português: Bloc Secção 402. 4, fios 19, o enterro 11. [LegadoDaniel Craig retratou Tuvia Nenhum filme Defiance (Lam ato de Liberdade (título, Brasil) ou de resistência (Página em Portugal)) de 2008, Que Tem SIDO criticado na devido a própria Polônia omissão dar suposto Envolvimento fazer grupo Bielski em hum massacre de um polonese Realizado pOR partidários Aliados dois Soviética em Naliboki. Oh massacre de Naliboki acrescentou barriga da sombra Investigação cabelo oficial Instituto Nacional para o Julgamento de Polonês da Comissao da memória dos crimes contra a polonese Nação. A Não evidência Investigação encontrou nenhuma conclusão Bielski o o grupo crime de ligação. No entanto, um grupo de Bielski Envolvimento dar AINDA E considerado Como Uma das Possibilidades, sem correr dar Investigação.

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Tuvia e Lilka Tiktin juntos após a libertação.

 

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Lila Tiktin - Bielski, um partidário judeu em Bielorrússia.

 

Lillian (Lilka) Bielski (nee Ticktin)


Lillian (Lilka) Bielski (nee Ticktin) nasceu em Bialystok, na Polônia. Ela cresceu em uma casa privilegiada com um irmão mais velho e frequentou escolas judaicas. A mãe de Lillian morreu antes da guerra e seu pai se casou novamente. Juntamente com seu pai e madrasta, ela foi forçada a viver no gueto em Lida, na Bielorrússia. No entanto, eles mais tarde escaparam para madeiras para se juntar ao Bielski Otriad, um grupo partidário judeu. O grupo foi liderado por Tuvia Bielski. Durante o tempo em que se esconderam na floresta, Lillian casou-se com Tuvia. O Bielski Otriad permaneceu na floresta até que eles foram libertados pelos russos no verão de 1944. 1250 membros otriad sobreviveram. Depois de uma perigosa jornada para a Romênia, Lillian e Tuvia emigraram para Israel. Eles chegaram nos Estados Unidos em 1956.

 

 

Alexander Zeisal Bielski

 

Alexander Zeisal "Zus" Bielski (19 de outubro de 1912 - 18 agosto de 1995) foi hum dos Líder que pode Bielski Partisans perto de 1.200 jew dois nazismo na Bielorrússia durante a Segunda Guerra Mundial.

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Biografia


Alexander "Zus" aumento Bielski Nasceu em 1912. Ela na única família Judia Polaca em Stankiewicz. A Pequena Vila não Leste dar polônio (Atual Bielorrússia Ocidental) Cidade de esta LOCALIZADO between como Lida de Navahrudak, tanto Cancelar Gueter judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Ela era Filho de dos meninos David Bielski, that Teve doze Filhos: 10 Meninos as duas Meninas.
Segunda Guerra Mundial
Quando uma Operação Barbarossa eclodiu, Tuvia, Zus Lutar Pelo contrário, para levantar um exército para fora da boca dos Ocupantes Alemães Asael, were Chamade cabelo. I dar tanto caos Que foi dissolvid devido um Exército. Eels fugiram para Stankiewicz, [2] Onde Eliseu Pais vive. Em julho de 1941, Stankiewicz da boca daquele que está assentado em Uma Unidade do Exército Spaans Chegou transferido do judeu tem were para o gueto do Nowogródek. Zus, Junto com SEUS Irmãos Tuvia, Asael, fora do Aron, conseguiti Fugir Vizinha DEPOIS Que SEUS pais e Outros para Membro da Floresta da família do gueto em agosto de 1941 were ainda não morreu.
Outros Refugiados próprio Juntœ do enguias e, eventualmente, ser moldado hum Grande grupo partisans. Eels teve esconderam NAS Florestas dar Bielorrússia durante a Segunda Guerra Mundial, liderados Pelos Bielski. Zus, Junto com SEUS Irmãos Tuvia, Aron ,, fora do Asael-se, conseguiram salvar 1.236, o judeu. Zus deixou exercício partidários osso cabelo Vermelho durante Alguns meses. Hojer, até o daqueles ossos Mais que a sobrevivência were foi a passagem de cerca de 10.000. Um cônjuge de Zus Primeiro, Cyrl Borowski,  a partir de uma filha pequeña Forara assassinados Pelos nazismo. resgatadas Uma das Refugiados acrescentou Sonia negrito cerca de 18 anos, com quem ele Casaria mais lentamente.


Pós-Guerra


Apos a guerra, Zus Inicialmente de Israel se preparar para si mesmos, mudo, 1956. Lá em Nova Iorque para más se mudo, ELE E UMA Empresa de Transportes operœ com Uma frota isto é, dos táxis Irmão Tuvia Bielski. Morreu nenhum elemento de Parada Brooklyn cardíaca, EAo 82 ano [3]. Socorrido elemento foi adicionado por sua esposa Sonia, Filho (David Jay de Zvi), estabelece Neto (Matthew, Danielle, Elan, Rebeca, Raquel de Jessica Bielski). Jay como dispostos a servir não IDF durante a guerra, em 1973, estamos prontos para servir os Zvi-quedistas forças israelenses durante o ataque nenhuma proibição. Matthew da Elan, osso Filhos do jay, sendo servido aos quedistas de elite para-israelense

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 Zusya e Sonia Bielski, (Foto cortesia de Sonia Bielski), Yad Vashem Photo Archive, 5674/3

 

 

 

Asael Bielski

Asael Bielski (/ ɑːsɔɪl / AH-solo; 1908-1945) foi o segundo em comando dos partisans Bielski durante a 2 Guerra Mundial.

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Início da vida


Asael Bielski era o terceiro filho de David e os meninos. Ele era dois anos mais novo que seu irmão Tuvia, que mais tarde comandou o Bielski Otriad. O Bielski eram a única família judia Stankiewicz, uma pequena aldeia no pré-guerra na Polónia, actualmente ocidental Belarus. Ele foi localizado entre Lida e Navahrudak (chamado Nowogródek em polonês), ambos os quais mais tarde abrigou gueto judeu durante a 2 Guerra Mundial. Asaahel era um dos 12 filhos-10 meninos e duas meninas.  Ele foi mais tranqüila e mais reservados do que os seus irmãos, e se contentou em ficar na fazenda e em torno daqueles que ele conhecia bem. [Carece de fontes?]
Com seus irmãos mais velhos sair de casa e saúde deteriorada de seu pai, e Asael foi se tornando o novo chefe da família. Como líder do mal da família, ele teve que organizar o casamento de sua irmã Tajba a um homem de classe alta chamado Avremale.
Avremale tinha uma irmã chamada Chaja que era um graduado do ensino médio, o que era raro para o tempo e lugar. Ouvindo isso Asaahel precisava de ajuda com Chaja contabilidade oferecido para tutor dele. [Carece de fontes?]


2 Guerra Mundial


Quando a Operação Barbarossa eclodiu, Tuvia, Zus, [que] e Asaahel foram chamados por seus unidades do exército para lutar contra os ocupantes alemães nazistas. Devido tanto caos das unidades debandada. Eles fugiram para Stankiewicz,  onde seus pais viveram. No início de julho de 1941, uma unidade do exército alemão chegou a Stankiewicz, e residentes judeus foram levados para um gueto na Nowogródek.
Após a Operação Barbarossa, e Asael e dois de seus irmãos, Tuvia e Zus, entrou para se esconder nas florestas próximas.
Antes de se juntar a eles, Chaja viveu em um gueto no início, em seguida, fugiu, deixando seu namorado lá. Ela viveu em um esconderijo subterrâneo perto da casa de um camponês cristão, juntamente com seus dois sobrinhos. Asaahel e Chaja se casaram pouco antes do fim da guerra. [Carece de fontes?]
Depois da ocupação soviética da área, e Asael foi convocado para o Exército Vermelho soviético, e seis meses mais tarde, ele foi morto na Batalha de Konigsberg de 1945.  Assael ele não viveu para ver sua filha, a quem ele era pai com Chaja.


Asaahel na história e no cinema


No filme Defiance (2008), Asael (interpretado pelo ator britânico Jamie Bell) é o terceiro de quatro irmãos e parece ser cerca de 20 anos de idade, ou talvez mais jovem. Na realidade, Asaahel tinha cerca de 33 anos de idade (nascido em 1908) no momento da invasão e era mais velho que Zus (nascido em 1912), o que é contrário ao relacionamento retratado no filme.
O filme tem sido criticado na Polônia devido à sua omissão completa de todos os aspectos da narrativa polonês, mesmo que a configuração é no território que era parte da Polônia antes da guerra e habitada por um grande número de poloneses étnicos. Especificamente, Tuvia era um veterano do exército polonês, e outros guerrilheiros poloneses também foram ativos nas florestas da atual Bielorrússia, mas o filme só apresenta os papéis dos judeus, russos e alemães. Também houve controvérsia sobre a suposta participação do grupo Bielski em um massacre de civis realizados por guerrilheiros poloneses em Soviética alinhado Naliboki.  O grupo partidário Bielski foi objecto de um inquérito oficial pelo Instituto Polonês da Comissão Nacional da Memória para o julgamento de crimes contra a nação polonesa após testemunhas disseram que partidários Naliboki Bielski estavam entre os autores do massacre; No entanto, a investigação não encontrou nenhuma evidência conclusiva ligando o grupo Bielski ao crime

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Asael Bielski com sua esposa Chaja Bielski

 

 

Aron Bielski

 

Aron Bielski (nascido em 21 de julho de 1927)  mais tarde mudado para Aron Bell é um membro polonês-americano judeu e ex do Bielski partisans grupo, os maiores equipes de resgate armados de judeus por judeus durante a 2 Guerra Mundial. Ele também era conhecido como Arczyk Bielski. O mais jovem dos quatro irmãos Bielski, ele é o único que ainda vivem (Asaahel morreu em 1945, Tuvia, em 1987, e Alexander ( "Zus") em 1995). [Carece de fontes?]

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Ilustrativo: Aron Bell, o último sobrevivente Bielski irmão, com o colega partidário e Leah Johnson e seu neto, o Rabino Zev Johnson em um Partisan jantar judaica homenagem Fundação Educacional em New York City. (Crédito da foto: Renee gherit-Zander)


Vida com os guerrilheiros Bielski


A família Bielski eram agricultores na Stankiewicz perto Navahrudak na atual Bielorrússia, uma área que, no início da Segunda Guerra Mundial pertencia à Segunda República Polaca. Em setembro de 1939, ele foi apreendido pela União Soviética, que foi então aliado da Alemanha nazista. Depois que os alemães lançaram a Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética, os irmãos de Aron criou uma organização de resistência notável, o grupo de guerrilheiros Bielski. Aron tornou-se um membro desse grupo.
Nechama Tec, que escreveu um livro sobre eles, teve o seguinte a dizer sobre Aron: ". Ocasionalmente, a floresta ele agiu como um guia Aqueles 1 falou a concordar que a sua participação e impacto sobre a vida do Bielski otriad [um destacamento partidária ] foi mínima, quase inexistente. "[ Enquanto Nechama não foi capaz de entrevistar Aron, ele foi entrevistado por Peter Duffy no livro de Duffy. Esse autor no segundo livro de autoridade sobre os guerrilheiros Bielski menciona Aron, cerca de 30 vezes e o lista como uma das fontes importantes para o livro. Duffy, Bell, também entrevistado para o artigo "Heróis entre nós" (2000), publicado no The New York Times.


Vida mais tarde


Após a guerra, Bielski regressou a comunista dominado Polônia, mas logo mais tarde imigrou para o Mandato Britânico da Palestina. Em 1954, estabeleceu-se nos Estados Unidos da América, onde ele se juntou a seus irmãos sobreviventes e suas famílias. Dois caminhões de propriedade e, em seguida, ele dirigiu em New York City. [Carece de fontes?] Aron é o único membro da família Bielski ter mudado seu nome de família. [Carece de fontes?]


Legado


George MacKay retratado Aron no filme Defiance (2008), que tem sido criticado na Polônia devido à sua omissão do suposto envolvimento do grupo Bielski em um massacre de civis poloneses conduzidas por guerrilheiros soviéticos alinhados em Naliboki O grupo partidário Bielski foi objecto de um inquérito oficial pelo Instituto Polonês da Comissão Nacional da Memória para o julgamento de crimes contra a nação polonesa após testemunhas disseram que partidários Naliboki Bielski estavam entre os autores do massacre; No entanto, a investigação não encontrou nenhuma evidência conclusiva ligando o grupo para o crime Bielski

 

 

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Partisans Bielski

 

HISTÓRICO

Operando na Bielorússia ocidental (Belarus) entre 1942 e 1944, o grupo de Partisans Bielski desenvolveu um dos mais significativos esforços de resistência judaica contra a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Embora seus membros tivessem combatido os alemães e seus colaboradores, os líderes do grupo Bielski enfatizaram a necessidade da criação de um lugar seguro para os judeus, sobretudo mulheres, crianças e idosos que conseguiam fugir para as florestas. Sob a proteção do grupoi, mais de 1.200 pessoas sobreviveram à Guerra - um dos esforços de resgate mais bem-sucedidos durante o Holocausto.

Após a Alemanha invadir a União Soviética em 22 de junho de 1941, os alemães ocuparam a Bielorrússia ocidental (antes de 1939, essa região era parte da Polônia; após a Alemanha invadir a Polônia em 1939, ela foi anexada à União Soviética através de um acordo prévio com a Alemanha). Lá, as autoridades alemãs mataram dezenas de milhares de judeus no Distrito de Nowogrodek (Novogrudok), incluindo os das cidades de Lida e Nowogrodek, entre julho de 1941 e outubro de 1942, confinando os que não haviam sido fuzilados em guetos por todo o Distrito. Quando as SS e as unidades policiais destruíram aqueles guetos, em 1942 e 1943, os nazistas aproveitaram para assasinar a grande maioria dos que ainda neles estavam confinados.

Depois que seus pais e dois irmãos foram assassinados pelos alemães no gueto de Nowogrodek, em dezembro de 1941, os três irmãos sobreviventes da família Bielski – Tuvia (1906–1987), Asael (1908–1945) e Zus (1910–1995) — criaram um grupo de partisans. No início, os irmãos Bielski tentaram salvar apenas suas próprias vidas e as de seus familiares. Eles conseguiram fugir para as florestas próximas às cidades de Zabielovo e Perelaz e lá formaram um núcleo composto por 30 parentes e amigos.

Os familiares elegeram o ex-ativista sionista Tuvia Bielski, um veterano do exército polonês e líder carismático, para comandar o grupo. Seu irmão Asael tornou-se o vice-líder, e Zus ficou encarregado do efetuar incursões de reconhecimento do território inimigo. Um quarto irmão, muito mais jovem, Aharon (1927- ), também fazia parte do grupo.

Os Bielski eram uma família judaica de agricultores em um vilarejo próximo de Stankiewicze, e os irmãos conheciam bem a região. Sua familiaridade com a geografia, os costumes e as pessoas os ajudaram a enganar as autoridades alemãs e seus colaboradores bielorrussos. Com a ajuda de amigos não-judeus eles conseguiram adquirir algumas armas. Posteriormente, complementaram seu arsenal com armamento capturado dos alemães, armas soviéticas e equipamentos fornecidos por partisans da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas).

Tuvia Bielski acreditava que sua principal missão era a de salvar a vida dos judeus. Os Bielski incentivaram os judeus nas localidades vizinhas de Lida, Nowogrodek, Minsk, Iwie, Mir, Baranowicze e de outros guetos a escapar e unir-se a eles na floresta. Eles costumavam enviar emissários aos guetos para trazer fugitivos até a floresta. No final de 1942, uma missão especial salvou mais de cem judeus no gueto de Iwie, no momento em que os alemães planejavam exterminá-los. Os patrulheiros do grupo vasculhavam constantemente as estradas em busca de fugitivos que necessitassem proteção.

Muitos outros judeus que encontravam-se escondidos nas florestas, em grupos familiares menores, uniram-se ao grupo Bielski; partisans judeus servindo em organizações soviéticas também se associaram aos Bielski em uma tentativa de escapar do anti-semitismo de suas unidades. O fluxo de sobreviventes aumentou o tamanho do grupo para mais de 300 pessoas no final de 1942.

Até meados de 1943, o grupo levou uma existência nômade na floresta. Em agosto de 1943, os alemães iniciaram uma caçada de grandes proporções, destinada a encontrar partisans russos, poloneses e judeus naquela região. Eles mobilizaram mais de 20.000 militares e oficiais das SS e da polícia, e também ofereceram uma recompensa de 100.000 Reichmarks por informações que levassem à captura de Tuvia Bielski. O grupo Bielski, que havia aumentado seu número para aproximadamente 700 judeus, era especialmente vulnerável à descoberta pelas patrulhas alemãs. O grupo temia também que os camponeses locais, dos quais obtinham alimentos, pudessem traí-los. Assim, mudaram-se em dezembro de 1943 para o que se tornou uma base permanente na floresta de Naliboki, uma região pantanosa e de difícil acesso, na margem direita do Rio Niemen, ao leste de Lida e nordeste de Nowogrodek.

Foi nesse contexto primitivo e difícil que o grupo criou uma comunidade. Apesar de alguma oposição interna, Tuvia Bielski nunca hesitou em sua determinação de aceitar e proteger todos os refugiados judeus, sem importar sua idade ou gênero. Os Bielski nunca recusaram ninguém, permitindo a criação de um “acampamento” familiar móvel; na verdade, uma verdadeira comunidade judaica na floresta. O grupo organizou os trabalhadores com habilitações em "oficinas" que empregavam pelo menos 200 pessoas, entre elas sapateiros, alfaiates, carpinteiros, artesãos de couro e ferreiros.

Além disso, o grupo construiu um moinho, uma padaria e uma lavanderia. A liderança do grupo providenciou uma enfermaria primitiva, uma escola para as crianças, uma sinagoga e até um tribunal/prisão. Os grupos de trabalho supriam o acampamento com alimentos e cuidavam da terra, onde era possível cultivar trigo e cevada.

 

COOPERAÇÃO COM OUTROS GRUPOS DE PARTISANS

A floresta de Naliboki estava sob o commando dos guerrilheiros soviéticos, onde quer que os alemães não estivessem presentes. Embora o grupo não possuísse uma orientação ideologica socialista, Tuvia Bielski e outros líderes cooperavam com os partisans soviéticos. O próprio Tuvia desenvolveu um relacionamento amistoso com o comandante regional dos partisans soviéticos, General Vasily Yefimovich Chernyshev (cujo codinome era “Platão”). Apesar da prevalência de sentimentos anti-semitas entre os diversos destacamentos de partisans soviéticos, o General “Platão” protegia o grupo Bielski. Ele reconhecia a função crucial do acampamento como base de manutenção para os lutadores soviéticos. Em 1944, os líderes do acampamento receberam armas do quartel-general dos partisans soviéticos.

Tuvia se recusou a atender pedidos para fornecer aos soviéticos uma unidade de operações com cerca de 150 homens que participavam de operações armadas. Ele não queria abandonar os as mulheres, velhos e as crianças, pois sabia que eles não conseguiriam sobreviver sem a proteção dos homens armados de seu grupo. Em 1943, tal preocupação foi o motivo para que ele levasse todos para regiões ainda mais inacessíveis da floresta. Posteriormente, embora permanecesse unido de fato e sob o comando de Tuvia, o grupo se dividiu formalmente entre os dois destacamentos da Brigada Kirov dos partisans soviéticos, “Kalinin” e “Ordzhonikidze”.

Ao mesmo tempo em que salvava vidas e protegia os não-combatentes no acampamento, o grupo realizava diversas missões operacionais. Eles atacavam policiais bielorrussos que cooperavam com os nazistas e também agricultores locais suspeitos de delatar e assassinar judeus. O grupo desativou trens alemães, explodiu trilhos ferroviários, destruiu pontes e facilitou fugas dos guetos. Os combatentes do grupo normalmente se uniam aos partisans soviéticos em operações contra guardas e instalações inimigas, matando muitos alemães e seus colaboradores locais.

 

LIBERTAÇÃO

Em 22 de junho de 1944, as tropas soviéticas iniciaram uma ofensiva maciça na Bielorrússia oriental. Em seis semanas, o exército soviético destruiu o Grupo Central do Exército alemão e rumou para o oeste, até o Rio Vístula na Polônia, libertando assim toda a Bielorrússia. Na época da libertação, o grupo contava com 1.230 pessoas, dos quais mais de 70% eram mulheres, idosos e crianças, que de outro modo teriam sucumbido sob a ocupação alemã. Estima-se que 50 membros dos partisans daquele grupo tenham sido mortos - um índice relativamente baixo em comparação a outros destacamentos de partisans e outros grupos judaicos na região.

Após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, Tuvia e Zus Bielski emigraram com suas famílias para a area do Mandato Britânico denominada Palestina pelos antigos romanos [OBS: quando expulsaram os judeus após uma revolta no ano de 135 E.C.] Ambos lutaram nas Forças de Defesa de Israel na Guerra de Independência, em 1948, após a qual foi estabelecido o Estado de Israel, e posteriormente emigraram para os Estados Unidos. Asael foi convocado pelo exército soviético, e veio a morrer em combate na linha de frente, na Prússia oriental, em fevereiro de 1945.

 

Leituras recomendadas

Duffy, Peter. Bielski Brothers: The True Story of Three Men who Defied the Nazis, saved 1,200 Jews, and Built a Village in the Forest,/i>. New York: HarperCollins, c2003.

Glass, James M.Jewish Resistance during the Holocaust: Moral Uses of Violence and Will Houndmills, Basingstoke, Hampshire; New York: Palgrave Macmillan, 2004.

Radin, Ruth Yaffe. Escape to the Forest: Based on a True Story of the Holocaust. New York: HarperCollinsPublishers, 2000.

Tec, Nechama. Defiance: The Bielski Partisans. New York: Oxford University Press, 1993.

 

 

 

OS IRMÃOS BIELSKI

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A história real de três homens que desafiaram os nazistas, salvaram 1200 judeus e construíram uma aldeia na floresta

Relato tocante sobre a história verídica dos irmãos que na Segunda Guerra organizaram uma unidade de resistência em pleno território ocupado pelos nazistas e salvaram 1200 judeus. Baseado em fatos reais, o livro descreve a história que resultou no maior salvamento de judeus por outros judeus em todo o conflito.

Apresentação

Com o início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, Adolf Hitler e as tropas nazistas davam início à escalada de violência e intolerância racial que dizimaria mais de 6 milhões de judeus. Em 1941, os irmãos Tuvia, Asael e Zus Bielski organizaram uma aldeia judaica numa região da antiga União Soviética, hoje República de Belarus, então ocupada pelos nazistas. Nas florestas bielo-russas, montaram a "unidade Bielski" e salvaram mais de 1200 pessoas.
A unidade se transformou num verdadeiro grupo guerrilheiro, dedicado a salvar judeus e contra-atacar os invasores. O livro do jornalista norte-americano Peter Duffy, baseado em fatos reais, descreve a história que resultou no maior salvamento de judeus por outros judeus em todo o conflito.
O autor conta uma história de enorme impacto, mas pouco conhecida. Apesar de os irmãos Bielski serem reverenciados como verdadeiros heróis, sua história nunca havia chegado ao grande público. Quase 60 anos depois do fim da Segunda Guerra - e de tantos relatos de resistência e coragem envolvendo seus sobreviventes - o feito dos irmãos Bielski permanece capaz de impressionar e emocionar.

Ficha Técnica

Título original: THE BIELSKI BROTHERS
Capa: Ettore Bottini
Páginas: 336
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.424 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 15/07/2004
ISBN: 9788535905229
Selo: Companhia das Letras

 

Autor

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Peter Duffy


Autor

OS IRMÃOS BIELSKI (2004).

 

 

 

Resistentes

Durante a segunda guerra mundial muitos judeus foram enviados para campos de concentração e guetos ou foram perseguidos e mortos por nazistas. Seria incomum se não houvesse algum relato de revoltas e tentativas de sobrevivência dessas pessoas que sofreram tanto nesse período, na verdade, existem vários fatos que mostram a coragem e a determinação que o povo judeu mostrou para salvar suas vidas.

Este é um assunto que me deixa bastante pensativo e me faz procurar histórias reais, foi assim que encontrei a história dos irmãos Bielski, quatro irmãos que nasceram na Bielorrússia e que juntos protegeram mais de mil judeus. Tuvia, Zus, Asael e Aron são os nomes dos irmãos que tiveram seus pais mortos por nazistas e a partir daí foram para a floresta, lugar que conheciam e se sentiam seguros dos nazistas e dos colaboradores que informavam sobre os judeus.

Eles se juntaram com mais algumas pessoas que estavam refugiadas na floresta e cada vez mais surgia um maior número de judeus. Eles tinham que alimentar todas aquelas pessoas e lidar com o sentimento de vingança que estava em todos ali. Com o aumento daquele povoado, designaram uma responsabilidade para cada pessoa, também havia regras para que todos pudessem viver o máximo possível em harmonia durante aqueles tempos difíceis.

Muitas vezes eles foram perseguidos, mas ao final da guerra, o grupo possuía mais de mil judeus que resistiram e conseguiram se salvar. Eles enfrentavam os nazistas e os colaboradores à mãos armadas e da mesma forma iam atrás de alimento para todo aquelas pessoas. Após a segunda guerra, Tuvia, Gus e Aron foram viver nos Estados Unidos. Asael se alistou ainda durante a segunda guerra e morreu em 1945.

Em 2008 foi realizado um filme chamado no Brasil de Um ato de Liberdade, que conta a história dos irmãos e de sua empreitada. É um ótimo filme para entender um pouco mais do que aconteceu naquela época e assim rever todos os nossos preconceitos que carregamos para que nunca mais aconteça algo parecido. Todas as pessoas merecem ser respeitadas, independente de cultura, raças, religião ou qualquer outra coisa e só assim conseguiremos viver em harmonia.

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Resistentes (Trailer)

  • Ano: 2008
  • Título original: Defiance
  • Género: Guerra
  • Duração: 140
  • Realizador: Edward Zwick
  • Actores: Daniel Craig, Liev Schreiber, Jamie Bell, Alexa Davalos, George Mackay

 

Sinopse

Baseado em uma extraordinária história real, "Resistentes" é um épico sobre família, honra, vingança e salvação durante a II Guerra Mundial. O ano é 1941 e os judeus do leste europeu estão sendo massacrados aos milhares. Para escapar da morte certa, três irmãos se refugiam numa floresta que conhecem bem desde a infância. Ali começa sua desesperada luta contra os nazistas. Daniel Craig, Liev Schreiber e Jamie Bell são os irmãos que transformam instintos primitivos de sobrevivência em algo muito mais extraordinário - uma maneira de vingar a morte de seus entes queridos enquanto salvam centenas de pessoas.

A princípio, tudo o que podem fazer é permanecer vivos. Mas gradualmente, os sussurros de sua ousadia se espalham, atraindo homens e mulheres, jovens e velhos, todos desejosos de arriscar tudo por um momento de liberdade. Tuvia (Craig) é o relutante líder cujas decisões são desafiadas por seu irmão, Zus (Schreiber), que o vê como um idealista prestes a destruir a todos. Asael (Bell) é o caçula, indeciso sobre qual irmão deve seguir. Com a aproximação de um inverno brutal, eles trabalham para criar uma comunidade, e manter a fé viva enquanto toda humanidade parece perdida.

 

Crítica

A Segunda Guerra Mundial é um tema recorrente no cinema. Na maioria das vezes, entretanto, o que vemos são as diferentes formas que os judeus encontraram de escapar de um massacre absurdo. E mais um episódio desta saga é narrado em Um Ato de Liberdade, de Edward Zwick. O diretor de Diamante de Sangue, O Último Samurai e Coragem sob Fogo volta mais uma vez ao campo de batalha para contar o insólito caso de um grupo de judeus do leste europeu que se escondeu nas florestas para escapar da perseguição nazista e, inacreditavelmente, conseguiram em grande parte superar quatro anos de conflito. Mas se o filme é épico e grandioso em seu tema, por vezes peca pelo retrato demasiadamente heróico dos seus protagonistas – que por momentos chegam a ser endeusados – e no melodrama – um olhar mais distanciado talvez fosse recomendado. Percalços que de forma alguma diminuem o valor desta bela história.

Um Ato de Liberdade mostra como os Bielski, quatro rapazes que, após o assassinato dos pais, se refugiam entre as árvores para tentar sobreviver dos policiais poloneses que caçavam judeus para entregá-los – vivos ou, preferencialmente, mortos – aos oficiais de Hitler. Na clandestinidade e perdidos entre a natureza acabam encontrando outras pessoas como eles. Aos poucos uma comunidade vai se formando, e meio que por acaso, os dois irmãos mais velhos acabam dividindo a liderança deste grupo. Enquanto Tuvia (Daniel Craig, mostrando uma faceta mais séria após os malabarismos de 007 – Quantum of Solace) se revela um líder sensato e preocupado com a segurança de todos, Zus (Liev Schreiber, antes de infernizar a vida de Hugh Jackman em X-Men Origens – Wolverine) quer apenas sobreviver e não abala sua consciência quando necessita apelar para a violência. Neste choque acabam se separando, e se Tuvia decide permanecer escondido, tendo ao seu lado os parentes mais jovens (entre eles Jamie Bell, de Jumper, King Kong e personagem-título de Billy Elliot), Zus parte para se unir aos militares russos em resistência aos alemães.

O mais chocante de Um Ato de Liberdade é que se trata de um fato verídico. Assim como o oscarizado A Lista de Schindler, ou produções mais recentes, como Operação Valquíria, esta trama comove pela força dos eventos que acompanha e pela demonstração de perseverança e coragem que milhares de pessoas, superando as condições mais adversas, foram capazes de realizar em nome da sobrevivência. Zwick, também roteirista, é um cineasta que em seu histórico deixa bem clara uma preferência por grandes feitos, e aqui ele encontra mais um exemplo perfeito de superação humana. Como resultado, nos entrega uma obra um pouco extensa, que em alguns momentos provoca a paciência do espectador por se ater demais aos pormenores do cotidiano dos refugiados, mas que num todo é competente em suas intenções e edificante em relação à memória dos que realmente enfrentaram esta realidade.

Indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora, foi premiado segundo os críticos de Las Vegas pelo belíssimo trabalho do compositor James Newton Howard (Batman – O Cavaleiro das Trevas). Recebido com frieza por parte da crítica especializada, indecisa entre abraças os méritos evidentes ou apontar os defeitos mais comuns, Um Ato de Liberdade teve também uma performance discreta nos cinemas norte-americanos, onde arrecadou nas bilheterias pouco mais do que a metade do seu orçamento total, que foi de US$ 50 milhões. Ou seja, este é um filme que muito dificilmente será lembrado no futuro com algum destaque especial, permanecendo, assim, como um belo retrato de luta e esperança que apenas alguns terão acesso. Lamentavelmente.

Tulvia (Daniel Craig, o atual James Bond), Zus (Liev Schreiber, de "X-Men - Origens: Wolverine"), Asael (Jamie Bell, de "Billy Elliot") e o pequeno Aron (George MacKay, de "Peter Pan") são os irmãos que, depois de verem os pais mortos por autoridades locais, são obrigados a se esconder numa floresta na Europa Oriental. "Judeus não lutam", comenta um soldado russo ao conhecer os dois Bielski mais velhos. "Esses judeus lutam", responde Tulvia. É exatamente esse o espírito de "Um Ato de Liberdade", dirigido por Edward Zwick ("Diamante de Sangue"). Há poucos anos, Steven Spielberg, em "Munique", também mostrou um grupo de judeus em luta contra os seus inimigos - mas na década de 1970. No entanto, os personagens de Spielberg carregavam um conflito interno forte e complexo, que falta no filme de Zwick. Tulvia e Zus se tornam os líderes de um grupo de judeus sobreviventes que monta um acampamento em uma floresta na Bielorússia e resiste a todos os nazistas que se aproximam. O mais velho tenta ser diplomático - embora não hesite quando é necessário empunhar uma arma. Já seu irmão é mais radical, tanto que abandona o grupo para se unir aos russos. O que tinha potencial para gerar um bom conflito, acaba não sendo explorado no filme.